Governo diz que a Prefeitura
não presta
contas dos recursos que recebe

A governadora do Amapá Dalva Figueiredo (PT) afirmou durante entrevista coletiva no Palácio do Setentrião, que o governo vai publicar no Diário Oficial do Estado (DOE) na próxima semana a relação e os valores de todos os convênios firmados entre o governo as prefeituras do Estado. A governadora criticou os prefeitos que não apresentaram a prestação de contas de como e onde os recursos do Estado foram gastos.

Dalva disse que vem repassando recursos principalmente à Prefeitura de Macapá, dentro do que é possível faze-lo e assim vai continuar fazendo. Entretanto, a governadora garantiu que “a rigor, o prefeito não deviam reclamar porque até agora não prestou conta dos repasses feitos. “Os demais municípios encontram-se na mesma situação de inadimplência, porque também não prestaram contas até agora dos convênios de 2000, 2001 e muito menos de 2002”, assegurou a governadora.

Ela se referiu às declarações do prefeito João Henrique Pimentel (PSB) publicadas pelo jornal “Folha do Amapá”, onde o prefeito diz que o governo do Estado não vinha fazendo os repasses dos recursos de convênios para a prefeitura de Macapá. “Não é verdade o que foi publicado, pois já fizemos os repasses dos convênios do lixo, caçambeiros, resíduos sólidos, que inclui os vigilantes, que são – portanto - essenciais. Então, fica demonstrado que não é verdade o que foi dito pelo prefeito. “A partir do momento que voltamos a crescer, inclusive, no FPE, repassamos recursos de convênios para todos os municípios, inclusive para o prefeito Rildo, no Amapá, para a construção de um posto de saúde”, esclareceu a governadora.

A governadora disse que a publicação das prefeituras inadimplentes e o volume de recursos que elas receberam vai ajudar a futura administração do governador eleito para que tenha conhecimento dessa realidade.

Durante a reunião com os jornalistas, Dalva aproveitou e agradeceu o relacionamento da imprensa com sua gestão lembrando que ainda tem dois meses à frente do governo. Ela disse também estar contente com a vitória de Lula e pela votação de mais de 100 mil votos, “uma prova da confiança do eleitor com nossas propostas”. Dalva se disse também “lisonjeada” com a votação que obteve em Laranjal do Jari, município onde ela teve mais do que o dobro da votação de seu adversário. “Não tenho nenhum dedo acusando quem quer que seja, pois não faço política com mágoa ou com ranço. Agradeço aos que me apoiaram no primeiro e no segundo turno e acho que em tudo a gente aprende e cresce e tenho certeza que esses 100 mil votos estão me apontando para uma direção. Aprendi muita coisa e vou continuar fazendo política e trabalhando dentro do meu partido.”

Ao encerrar o encontro com os jornalistas, a governadora desejou sorte à administração do governador eleito. “Não estarei do outro lado do balcão. Espero que o Waldez tenha muita sorte, e naquilo que puder ajudar, eu ajudarei e quando tiver que discordar discordarei, sem, entretanto, prejudicar o povo do Amapá. O fato de haver perdido a eleição e não estar mais no governo não me leva a isso; pois aprendi a fazer política de uma outra forma. Obrigada a todos vocês e agradeço por mim e por minha equipe que me ajudou a dar essas contribuição para o Estado. Vejo o futuro com tranqüilidade e serenidade e posso dizer a vocês que, com certeza, nós vamos estar aí de novo disputando eleições e fazendo de tudo para que o governo de Lula seja o melhor para o país.

Leal Di Souza






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Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.