CATADORES DE LIXO DE BELÉM/PA
CONQUISTAM MAIS DIGNIDADE


O trabalho social, ambiental, econômico e educacional que a Prefeitura de Belém desenvolve para resgatar a cidadania das famílias de catadores de lixo do Aterro Sanitário do Aurá vai ser ampliado. Foi assinado com a Universidade Federal do Pará (UFPA) um protocolo de intenções que visa a sustentabilidade econômica da cooperativa dos catadores, através da assistência técnica-científica na questão econômica, administrativa, financeira, jurídica, mercadológica, contábil, produtiva, comunicação e marketing.

Estimulada pelo Projeto de Biorremediação do Aterro Sanitário do Aurá da prefeitura, a Cooperativa de Trabalho dos Profissionais do Aurá (COOTPA) foi formalizada em julho de 2001 com 183 sócios-fundadores e é o principal instrumento para a erradicação da chamada catação "em cima" do lixo. Em apenas um ano de oficialização, 52 pessoas já deixaram este insalubre trabalho, sendo que 30 foram contratadas temporariamente pela prefeitura para trabalhar no ajardinamento do Aterro Sanitário, 12 foram contratados pela cooperativa para a seleção do material reciclável para a comercialização e 10 são diretores remunerados.

A cooperativa dispõe provisoriamente de um galpão, localizado ao lado do aterro, para a seleção do material a ser comercializado, mas o projeto de Biorremediação prevê também um Centro de Triagem que será construído em área próxima. A cooperativa vai poder participar de licitações e prestar serviços a empresas, sem vínculo direto com a prefeitura, que vai, contudo, garantir as instalações e treinamento. Uma das atividades previstas é a coleta domiciliar de lixo reciclável, paralela à coleta convencional. A prefeitura está elaborando um projeto piloto que será desenvolvido ainda este ano, em quatro bairros de Belém: Reduto, Umarizal, Nazaré e Batista Campos.

Também, nas dependências do aterro, 75 catadores estão aprendendo a ler e a escrever através do Movimento de Alfabetização de Adultos Professor Paulo Freire (Mova) e 715 crianças e adolescentes, a maioria filhos de catadores, participam do programa Sementes do Amanhã, que erradicou o trabalho infantil no aterro.(Portal de Belém)




Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.