Castanheiros ganham
fábricas de
biscoitos e de azeite

A cadeia produtiva da castanha-do-brasil não pára de crescer no Amapá. Depois de conquistar o mercado regional com a produção quase artesanal dos biscoitos de castanha, os castanheiros do Iratapuru, no município de Laranjal do Jari – sul do Amapá – comemoram a inauguração da Fábrica de Biscoitos de Castanha-do-brasil, da Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru (Comaru), sediada na comunidade de São Francisco. A fábrica, construída através de parceria com o governo do Estado, que investiu cerca de R$ 400 mil no projeto, será inaugurada na quinta-feira, 21. Sua capacidade de produção é de 24 toneladas de biscoitos por mês.

No mês de março, os castanheiros cooperados pela Cooperativa Mista Agro-extrativista de Laranjal do Jari (Comaja), com sede na cidade de Laranjal do Jari, passam a contar com a Fábrica de Beneficiamento de Azeite de Castanha-do-brasil, também estruturada pelo governo do Estado, ao custo de R$ 508 mil. O empreendimento vai gerar cerca de 500 empregos diretos e indiretos, a partir da coleta, transporte, quebragem, beneficiamento do óleo, industrialização e venda dos produtos.

O azeite já foi produzido anteriormente pela empresa Provance Regine, de Montpellier, na França, tendo boa aceitação no mercado.

Com esses benefícios, os castanheiros do sul do Amapá têm mais uma oportunidade de crescimento profissional, melhoria nas condições de saúde e geração de emprego e renda. Além disso, o desenvolvimento de produtos derivados da castanha é feito com respeito ao meio ambiente, conforme preconiza o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá

O biscoito de castanha-do-brasil produzido no Iratapuru vai trazer o selo de garantia de preservação ambiental atendendo a um mercado que exige cada vez maior qualidade nos produtos. (Luli Rojanski)

 

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.