Encontro internacional
debate produtos e
produtores ribeirinhos

O Projeto PLEC - People, Land Management and Environmental Change, juntamente com o IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e a UFPA- Universidade Federal do Pará, estarão realizando no período de 20 a 21 de fevereiro de 2002, nesta cidade de Macapá, o I ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE RESULTADOS DAS ATIVIDADES DEMONSTRATIVAS DE PESQUISA E TREINAMENTO COM PRODUTORES RIBEIRINHOS. Esse encontro tem por objetivo, informar e motivar os pesquisadores, políticos, funcionários públicos, produtores e outros grupos sociais sobre as mudanças no manejo, na produção e conservação de recursos naturais em áreas de várzea, de tal forma que venham subsidiar as decisões políticas e projetos de desenvolvimento.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 20/02/02:

Das 18h às 20h - Abertura do evento.

Dia 21/02/02:

Das 8h às 12h – Apresentação da Proposta de Manejo de Biodiversidade, por produtores ribeirinhos.

Das 14h às 18h – Apresentação de resultados de pesquisas realizadas em comunidades ribeirinhas na Amazônia brasileira e peruana

18:30 Encerramento.

LOCAL: CEFORH, Anexo ao Prédio do antigo Banap, na Sala B-3

Segue, em anexo, algumas informações sobre a atuação do Plec no Brasil e no mundo.

ATIVIDADES DO PLEC NO BRASIL E NO MUNDO

O PLEC é um programa internacional de pesquisa e extensão que aborda a relação entre pequenos produtores, uso do solo e mudanças ambientais em diversas regiões do mundo. Tem por objetivo entender os sistemas de manejo de pequenos produtores. Nesta perspectiva o enfoque está na modificação do meio ambiente e especialmente na biodiversidade dos sistemas de produção e no potencial desses sistemas tradicionais, a fim de contribuir para o desenvolvimento sustentável de suas respectivas regiões. É um projeto da Universidade das Nações Unidas com financiamento do GEF (Global Environmental Facility) através do UNEP (Programa Ambiental das Nações Unidas).

O PLEC consiste de cinco clusters, projetos regionais envolvendo grupos de pesquisadores, cada um enfocando a relação entre população, uso do solo e modificação ambiental numa região específica. Os clusters estão localizados em diversos ambientes dos trópicos e subtrópicos, incluindo a África Ocidental e Oriental, Nova Guiné, Tailândia, China, Indonésia, Caribe, Amazônia brasileira e peruana.

O cluster Amazônia, abrange trabalhos em desenvolvimento nos estados do Pará (Santarém e Marajó), no Amapá (Ipixuna e Mazagão) e na Amazônia Peruana (Iquitos). É coordenado pelos professores: Dra. Tereza Ximenes e Dr. David McGrath, ambos lotados no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos - NAEA, da Universidade Federal do Pará. No Amapá, importantes pesquisas sobre sistemas agroflorestais e manejo florestal por pequenos produtores da várzea estão sendo desenvolvidas por uma equipe coordenada pelo Dr. Miguel Pinedo e Dra. Christine Padoch. Os trabalhos no Amapá realizam-se em colaboração com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (Setores Lontra-Ipixuna e Carvão-Mazagão) e a Escola Família de Carvão.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.