Informante denuncia plano
para matar o governador,
um juiz e um promotor.


Em depoimento prestado à Polícia Federal, o informante da Polícia Civil Haroldo José Lopes dos Santos acusou a vereadora Jaci Garcia, o pai dela, identificado apenas como "Tabajara", e o policia civil Jaci Monteiro da Silva pela articulação de um plano destinado a matar o governador João Alberto Capiberibe, o juiz Rommel Araújo e o promotor Pedro Leite.

Haroldo, que trabalhava com o policial Jaci Monteiro, disse ter sido convidado para uma reunião política na casa da vereadora, e chegando lá encontrou a vereadora e o pai dela. Jaci Monteiro teria ficado lá e mais tarde, quando voltaram a se encontrar o policial informou que a reunião era para decidir sobre o assassinato do governador Capiberibe. O pai da vereadora, o Tabajara, teria dito ser amigo do governador e o teria alertado para "coisas erradas que estava fazendo" e como ele, o governador, não aceitara os alertas, o "melhor seria matá-lo".

Convidado para participar do crime, Jaci Monteiro teria concordado, desde que fossem incluídos o juiz Rommel Araújo e o promotor público Pedro Leite, que o teriam prejudicado. Ainda segundo o depoimento de Haroldo, Tabajara iria a Mato Grosso contratar os serviços de pistoleiros para a execução dos crimes.

Haroldo disse que no final do ano passado encontrou o governador Capiberibe e o alertou sobre o plano, mas que o governador lhe disse apenas que "eles não vão me pegar".

Depois desse encontro e através de uma policial civil, Haroldo José se encontrou com o juiz Rommel Araujo na presença de diversas autoridades e com sua autorização teve gravado um depoimento informal, quando contou tudo o que iria repetir mais tarde na Polícia Federal.

Ontem pela manhã o policial Jaci Monteiro da Silva disse que o depoimento de Haroldo José é mentiroso. Ele confirmou que Haroldo era seu informante mas negou qualquer plano para matar qualquer pessoa. Jaci disse que vem sendo sistematicamente perseguido, desde que há alguns anos prendeu um outro informante, autor de muitos assaltos, e se recusou liberá-lo à pedido de autoridades da época. Jaci Monteiro garante ter uma fita gravada com um outro depoimento de Haroldo José onde ele, Haroldo, garante nunca ter dado tal depoimento e que assinou sob a mira de armas.

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Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
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Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.