Dalva condena atuação da
Caixa Econômica
no pagamento das bolsas

A governadora Dalva Figueiredo (PT), durante a coletiva realizada no Palácio do Setentrião reprovou a forma como a Caixa Econômica Federal (CEF) procedeu o pagamento das bolsas Escola Família e Escola Família Cidadã, na manhã de sábado (17/08). “Não houve determinação alguma do Governo do Estado para que o pagamento das bolsas fosse realizado pela Caixa da maneira como aconteceu. Nós somos clientes da CEF e como tal merecemos e exigimos que as pessoas que recebem estes benefícios do Governo do Estado sejam bem tratadas”.

A governadora garantiu ainda que, no que depender do Estado, essa situação não se repetirá e que a superlotação das filas em frente à Caixa é conseqüência de uma atitude isolada da agência bancária.

A CEF pretende concluir na sexta-feira, 23, o pagamento das bolsas Família e Família Cidadã. Foi feito um escalonamento para o atendimento, que agora está sendo realizado na agência da rua Tiradentes.

A Caixa atendeu terça-feira, 20, as letras de A a L, nos dias 21 e 22 é a vez da letra M e no dia 23, sexta-feira, serão atendidas as letras de N a Z.

O horário de funcionamento da Caixa econômica é de 11:00h as 16:00h.


Carolinne Assis

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.