Primeira etapa do entorno da
Fortaleza vai
ser inaugurada em setembro

A primeira etapa do projeto paisagístico do entorno da Fortaleza de São José de Macapá tem previsão de conclusão para o mês de setembro.

Quem visita o monumento já pode ter uma visão dos trabalhos da área Norte. Ali, no lugar do espaço que antes era usado para estacionamentos de veículos, erguem-se canteiros de gramas, plantas ornamentais e árvores, uma praça de eventos com anfiteatro, palco, banheiros, calçadões para contemplação do rio e uma praça de alimentação, entre outros atrativos.

Segundo a chefe da Divisão da Fortaleza de São José de Macapá/Fundecap, Lúcia Oliveira, a obra vem sendo construída no mesmo nível do terreno, sem interferir na leitura do patrimônio histórico. Acompanhando a construção, há uma equipe de 11 profissionais fazendo serviço de escavação, acompanhada por 2 arqueólogos da Universidade Federal de Pernambuco. “Por se tratar de um patrimônio histórico com 220 anos de fundação, existe alguns elementos construtivos que não aparecem mais, devido as grandes alterações realizadas no Forte (o Circulo Militar foi uma delas), e, para que haja qualquer tipo de restauração, é necessário o acompanhamento de arqueólogos. A obra só é liberada pelo IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional –, depois do parecer do arqueólogo”, ressalta Lúcia Oliveira.

Sobre notícias veiculadas na imprensa local de que o projeto original vem sendo modificado, a arquiteta Eloane Cantuária – gerente do projeto e ligada a Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (Seinf) –, disse que isso não passa de especulações. “Alguns reajustes simples ocorrem, mas nada que altere o projeto”, garante a arquiteta.

A empresa responsável pela obra continua sendo a ESTACON, tendo à frente o engenheiro Elias Nogueira. O orçamento total é de R$ 7,1 milhões e tem, desde o início da execução há pouco mais de um ano, gerado mais de 80 empregos.

Aroldo Pedrosa


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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.