Setor madeireiro/moveleiro
vai mostrar plano estratégico

O Sebrae e o Governo do Estado apresentam na próxima quarta-feira, 27, o Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentado do Setor Madeireiro/Moveleiro do Amapá. Com isso, o Amapá será o primeiro estado brasileiro a ter um plano para o setor que abrange toda a cadeia produtiva, desde a floresta à exportação.

Estudos feitos pelo Sebrae mostram que a cadeia produtiva madeira/móveis exerce uma grande influência na sócio-economia através da geração de empregos, rendas, divisas e impostos, como também em outros aspectos como a atração de investimentos e fixação da mão-de-obra na zona rural.

O gerente de comércio exterior do Sebrae, José Carlos Molinos, lembra que o Sebrae iniciou em 1999 um processo de desenvolvimento do setor moveleiro, mas ele reconhece que em vários momentos as ações não tiveram continuidade, sendo assim o resultado - apesar de positivo - estava abaixo do esperado.

Daí o Sebrae ter concluído que os objetivos só poderiam ser alcançados se fosse traçado um programa para todo o setor.
Um programa capaz de abranger toda a cadeia produtiva: do manejo da floresta ao produto final.

Hoje, o setor contabiliza oito mil empregos diretos e indiretos, com a aplicação deste plano a estimativa é que nos próximos 5-10 anos o número de empregos gerados atinja a marca de 14 mil.

IMPACTOS ECONÔMICOS - O plano prevê a ampliação do PIB da cadeia produtiva madeira/móveis de US$ 42 milhões para algo em torno de US$ 100 milhões em médio e longo prazo (5-10 anos). Outro impacto econômico será verificado com o incremento no nível de empregos - a geração de rendas oriundas de salários (empregos diretos) deve alcançar U$ 8 milhões/ano nos próximos 5-10 anos. A melhora na balança comercial é indiscutível.

Acredita-se que com a aplicação deste plano a cadeia produtiva
madeira/móveis vai representar 78% das exportações amapaenses nos próximos dez anos e a arrecadação de impostos pode até ultrapassar US$ 20 milhões/ano.
(Alcinéa Cavalcante)

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Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.