Universidade lança
seu brasão oficial

Foi realizado ontem o lançamento do brasão oficial da Universidade Federal do Amapá, devidamente registrado no Instituto Heráldico Americano. O evento faz parte da programação alusiva aos 12 anos de criação da Unifap.

É o primeiro símbolo dignitário no sentido da representação. O reitor Paulo Guerra disse que será naturalmente a matriz para outros símbolos representativos, entre eles a bandeira. "A partir desta data passaremos a ter nosso brasão como símbolo oficial da universidade em todos os seus documentos e disponível na internet".

É algo muito importante quando a Unifap faz aniversário. Pode-se dizer que se trata de mais um elemento que vem em favor do processo constitutivo legal e institucional da Universidade Federal do Amapá.

Foi originado de um concurso público envolvendo mais de 100 participantes, onde foram escolhidos os três melhores trabalhos. Foi contratado posteriormente um especialista em heráldica que providenciou a confecção do brasão e também seu registro.

O presidente da Fundap, Cirilo Simões, relatou que nenhuma instituição do porte da Unifap pode perseguir seus objetivos, sua missão, sem os seus símbolos. A administração do professor Paulo Guerra deparou com essa lacuna na universidade. A Fundap, associada à reitoria, contratou um consultor, Dr. Marcílio, heraldista de renome que elaborou as normas para a instituição do símbolo.

"Nós temos os colares e títulos honoríficos. Isso tudo está regulamentado. E hoje é motivo de alegria para todos nós com a implantação do brasão. Será um brasão em que defenderemos nossas idéias, nossos trabalhos, para que ele sirva para a atual e futuras gerações como símbolo de um sonho que está se transformando em realidade", conclui Cirilo Simões.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.