Documento do Pesca reúne
propostas do fórum da pesca

Deve ficar pronto na próxima semana o documento com a proposta do setor pesqueiro extraído durante a realização do I Fórum de Pesca e Aquicultura do Amapá. Evento foi organizado pela Pescap (Agência de Pesca do Amapá), instituição vinculada à Seaf (Secretaria da Agricultura, Pesca, Floresta e do Abastecimento), nos dias 14 e 15 de junho no auditório do CRDS (Centro de Referência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável), antigo Ieta.

O diretor do DDA (Departamento de Desenvolvimento da Aquicultura) da Agência, Sérvulo Jones Farias de Almeida, adiantou que o documento ainda não foi concluído porque a equipe responsável pela elaboração está na fase de sistematização das propostas apresentadas.

O Fórum foi realizado para discutir os problemas relacionados ao setor abordando assuntos que vão desde a organização e atuação das entidades de pescadores e aquicultores, até assuntos como pesquisa do potencial pesqueiro do Estado e linhas de créditos para financiar os projetos dos produtores. "O objetivo principal do Fórum foi o de elaborar um documento que possa auxiliar o Governo do Estado na elaboração de políticas públicas para o setor", frisou o diretor do DDA.
O setor pesqueiro no Estado envolve direta e indiretamente aproximadamente cinco mil pessoas. Devido ao grande número de famílias dependendo da piscicultura, seja através da pesca artesanal ou da aquicultura — criação de peixe em cativeiro para fins comerciais —o governo está buscando agora instrumentos que possam atender a essa demanda.

"E esta é uma atividade que abrange não só quem está no setor pesqueiro. Ela envolve também o comércio, com a venda de apetrechos de pesca e ração para alimentar os peixes nos criadouros, a indústria que é quem recebe a matéria-prima, o setor de transportes para o escoamento da produção e outros. É por isso que a Pescap atua no setor prestando assessoria às entidades, para que elas saibam como acessar as linhas de crédito, além da assistência técnica que prestamos a pescadores e aquicultores", adiantou.
Além de auxiliar o governo, o evento também serviu para dar uma melhor visão aos produtores para que possam, por iniciativa própria, buscar alternativas a fim de levar adiante seus projetos. Hoje esse trabalho ainda é feito de forma atrelada à Pescap. "Aqui, até projetos nós costumamos elaborar, já que os produtores reclamam do preço cobrado pelos profissionais liberais que trabalham na elaboração de projeto nessa área. Geralmente eles ficam com 10% do valor global do projeto", revelou.

Joel Elias


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.