Comissão de Direitos Humanos
recebe detentos na Assembléia

A direção do Complexo Penitenciário (Copen), levou na 5ª feira, 21, à Assembléia Legislativa, os detentos que participaram dos cursos profissionalizantes implantados pela atual direção. O convite partiu da Comissão de Direitos Humanos da AL, e o objetivo foi mostrar a produção dos detentos a partir dos cursos. Produtos da panificadora e o artesanato fizeram parte da mostra. Em visita ao Copen, na quinta-feira, os deputados estaduais que compõem a Comissão ficaram conhecendo o trabalho que vem sendo realizado em prol da ressocialização dos internos. Uma panificadora, uma marcenaria e um atelier de costura são algumas das frentes de trabalho que estão profissionalizando detentos das quatro instituições prisionais que formam aquele presídio: a Penitenciária Feminina, Penitenciária Masculina, Centro de Custódia e a Colônia Penal.

Um café da manhã à base de pães, pastéis e salgadinhos produzidos dentro da penitenciária foi oferecido aos deputados pelos internos. A panificadora foi inaugurada em agosto de 2001, trabalha em dois turnos com 40 presidiários e possui a capacidade de produzir 4.200 pães diariamente.

O deputado Paulo José, presidente da Comissão de Direitos Humanos, disse que o Complexo penitenciário está cumprindo o seu efetivo papel de promover o ser humano, frisando que pretende estabelecer um encontro permanente com o Copen, para se fazer porta-voz junto à sociedade do trabalho que vêm sendo realizado ali. "Eu enalteço o que está acontecendo no Copen. A sociedade amapaense há de reconhecer o trabalho da atual direção", elogiou o deputado.

Solange Maciel, diretora do Copen, afirmou que trouxe uma pequena demonstração do trabalho realizado pelos internos. "Tudo isso está acontecendo porque nós acreditamos no ser humano e a ressocializaçao deles é a maior motivação para o nosso trabalho".

A detenta Cleide Marisa, 27, condenada a oito anos de reclusão, com três já cumpridos, acredita que nunca mais voltará à vida do crime. Ela agora confecciona bonecas, tece peças de crochê e está aprendendo a costurar. "Quando eu ficar livre, vou ajudar minha mãe que é doente e cuidar da minha família com a renda que eu obtiver a partir do que estou aprendendo agora. Isso está sendo maravilhoso para todos nós", declarou. (Socorro Menezes)

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.