Rio vai produzir
borracha vegetal

Antecipando-se a uma economia internacional com petróleo escasso, a borracha natural é uma realidade ambiental com muitos projetos de reflorestamento, com árvores clonais capazes de reduzir substancialmente a quantidade de gases industriais na atmosfera. A fim de estudar mais a fundo esta possibilidade, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, inicia pesquisa do cultivo da seringueira no Estado do Rio.

A coordenadora do projeto, a pesquisadora Ciríaca do Carmo, da Embrapa Solos (Rio de Janeiro/RJ), acredita na possibilidade de, em breve, o Estado do Rio impor-se como produtor de borracha vegetal. Círiaca, com base em estudos já feitos na Zona da Mata mineira, acredita no potencial produtivo de borracha vegetal no Sudeste do Estado do Rio. Naquela região, praticamente todas as áreas degradadas têm condição de abrigar plantios altamente produtivos de seringueira.

Os experimentos prosseguem no lado mineiro daquela região. A pesquisadora acredita que tanto no lado de Minas como no do Estado do Rio poderá se produzir muito bem o látex, cerca de 2.400 quilos de borracha seca/hectare/ano, a um custo competitivo com a borracha vegetal malaia. Os seringais de cultivo fluminense poderão produzir látex 12 meses por ano,
contando apenas com a insolação normal e a água das chuvas.

A Embrapa Solos decidiu investir nesta pesquisa porque a seringueira e o látex passaram a ser computados internacionalmente como uma das possíveis commodities ambientais da primeira metade do século XXI. Ou seja: a cultura tem potencial de participar do futuro mercado de carbono, agregando valor à matéria-prima vegetal.

Os testes em andamento servirão para quantificar a retirada dos gases industriais, principalmente o CO2, quando a seringueira estiver processando a fotossíntese. "Esse trabalho também é importante pelo aspecto social. A cultura da seringueira não tem
safra, desta forma, ela fixa o homem no campo. A sua vida útil é de mais de 30 anos e se adequa bem ao pequeno produtor ou áreas degradadas", finaliza Ciríaca.( Carlos Dias - Embrapa Solos)

 

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Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.