Praça de eventos do entorno da
Fortaleza de São José
inaugura nesta quinta-feira


A primeira etapa das obras de urbanização e paisagismo do entorno da Fortaleza de São José de Macapá vai ser entregue à população nesta quinta-feira, 24.

Elaborada pela Fundação Estadual de Cultura do Amapá (Fundecap), a programação está prevista para ter início às 17h com o cerimonial de inauguração. Na solenidade vão falar Daniel da Silva Souza, secretário de Estado da Infra-Estrutura (Seinf), Edivan Barros, secretário Especial de Governo (Segov) e o diretor-presidente da Fundecap, Nélson Souza.

A partir das 17h30, porém, começa a programação cultural. Osmar Júnior, Enrico Di Micelli, Naldo Maranhão, Nivito e Verônica do Marabaixo são as atrações individuais, seguidos depois pelos grupos Tranzasom, Negro de Nós, Senzalas e Raízes do Bolão. Haverá também shows de dança contemporânea e, para fechar a grade, a apresentação do grupo musical paraense Arraial do Pavulagem.

“O grupo (Arraial do Pavulagem) é formado por bons músicos e já vem fazendo experiências com elementos da cultura tucuju, como o levante do mastro e a utilização da caixa de marabaixo em suas apresentações”, explica o diretor do Departamento de Desenvolvimento Cultural (DDC), da Fundecap, Helder Brandão. “O início da programação, antes do pôr-do-sol, é para associar a música à beleza natural do Amazonas solapando suas ondas no cais”, justifica o diretor.

Praça de Eventos

Segundo o secretário de Estado da Infra-Estrutura, Daniel da Silva Souza, o valor total da obra do entorno da Fortaleza de São José de Macapá é de aproximadamente R$ 7,86 milhões. A execução dessa primeira etapa (Praça de Eventos – como ficou denominado o espaço) teve duração de pouco mais de um ano e os investimentos chegaram a quase R$ 4,2 milhões – recursos do Governo do Estado.

Ocupando a área norte do monumento, a obra, antes utilizada para estacionamentos de veículos, conta com um espelho d’água, palco centralizado, anfiteatro gramado, praça de alimentação, sanitários públicos, estacionamentos, calçadão contornando o cais com guarda corpo metálico, além do paisagismo da área composto por espécies de plantas ornamentais e árvores nativas da região.

Devido a um cuidadoso trabalho de escavações feito por arqueólogos na área do entorno, já que se trata de um monumento tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), a conclusão da Praça de Eventos sofreu atrasos e, só agora, será liberado em definitivo ao público.


Aroldo Pedrosa

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.