Secretário garante que
dados sobre violência
são equivocados



A Rede Globo de Televisão divulgou ontem no Jornal Nacional dados fornecidos pelo Ministério da Justiça, onde o Amapá aparece com o maior índice de crimes de morte, com 48 assassinatos por grupo de cem mil habitantes.

Hoje o secretário de segurança pública, Sérgio Andréa disse que os dados existem, foram enviados pela Secretaria de Segurança Pública para o Ministério mas de forma equivocada. Segundo o secretário, a média de crimes de morte no Amapá está em torno de 24 por grupo de cem mil habitantes, a metade portanto do que foi divulgado. Sérgio Anadréa afirmou que na hara de computar os dados, alguém misturou crimes dolosos com culposos, mortes decorrentes de acidentes e até necrópsias, o que elevou o número para os níveis que a televisão mostrou.

O Amapá tem uma população aproximada de 500 mil habitantes. A prevalecer os dados divulgados ontem de 48 mortes por grupo de cem mil, em um ano teriam sido cometidos 240 crimes de morte, correspondentes a 20 assassinatos por mês, o que não corresponde à realidade.

A repercussão da informação é muito grande e agora a Secretaria vai correr atrás do prejuizo, levantando os dados reais sobre a questão, e quem sabe procurando descobrir como dados tão negativos, e provavelmente falsos foram enviados para o Ministério da Justiça.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.