Violência:
Sérgio Andréa manda
levantar dados reais


O secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá (Sejusp) e coordenador do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), Sérgio Andréa, falou hoje sobre as estatísticas da violência divulgadas pelo Ministério da Justiça (MJ) e veiculadas no Jornal Nacional, da Rede Globo, na quarta-feira, 23.

O secretário disse que houve um equívoco da Sejusp e da Polícia Técnico-Científica (Politec) ao encaminhar ao MJ os dados estatísticos. Houve contagem em duplicidade e, em alguns casos, inclusão de óbitos que não se caracterizam como homicídios. “Se uma pessoa mata alguém usando arma branca, pauladas, arma de fogo, essa pessoa teve a intenção de matar; isso é homicídio doloso, que é diferente de outras mortes violentas. Suicídios, acidentes com veículos e afogamentos são mortes violentas, mas não são considerados homicídios dolosos. Alguém vai ter a culpa, mas não vai ter a intenção, então esses casos são distintos”.

Sérgio Andréa contou que os setores de Estatística da secretaria e da Politec encaminharam à Secretaria Nacional de Segurança Pública do MJ informações erradas. Ele não contesta a matéria. “Ela está errada porque os números não são verdadeiros, mas o erro está na fonte. Ou seja, aqui conosco”. Ele diz que as informações contidas no site do Ministério referentes ao primeiro semestre de 2001 estão corretas; estão erradas apenas as de 1999 e 2000.

Segundo o secretário, em 1999 ocorreram 109 homicídios dolosos, em vez de 189, como consta no relatório do Ministério. Sendo assim, a relação correta de mortes violentas por grupo de habitantes é de 24,79 para cada 100 mil habitantes. No relatório do Ministério essa relação é de 42,98 por 100 mil. Em 2000, foram 96 homicídio dolosos, com uma taxa de 20,17, por 100 mil. Em 2001, foram 117 homicídios o que significa uma taxa de 24,59 por 100 mil habitantes de 24.59. Tendo crescido, em relação ao ano anterior, em cerca de 4 pontos percentuais.
“O erro, foi o setor de estatística considerar todos os exames necroscópicos como resultado de morte violenta e homicídio doloso. Eles juntaram tudo. Então houve uma dupla contagem e erros. Introduziram até natimortos do Hospital de Maternidade e pessoas que morreram em casa, cuja origem da morte era desconhecida da família. Então foram equívocos de natureza grave”, lamenta o secretário.

Para resolver esse problema, o secretário baixou uma portaria hoje, 24, dando o prazo de dez dias para que o Sistema Integrado de Segurança Pública faça a verificação de todos os dados estatísticos. “Inclusive estou notificando o Ministério da Justiça sobre isto e no prazo de dez dias estarei enviando o resultado do trabalho da comissão”.

Farão parte da comissão a diretora do Departamento de Polícia Especializada, que coordenará a comissão, um perito da Politec e um oficial da Polícia Militar. Para auxiliar nas estatísticas, atuarão uma funcionária do Centro de Formação e Desenvolvimento de Recursos Humanos (Ceforh) e uma bióloga, especializada na área de violência, da Secretaria de Estado da Saúde. “Essas cinco pessoas estão com a responsabilidade de apresentar as informações que nós vamos buscar regressivamente, de 2001 até onde estiverem os registros com a fidelidade necessária para fazer a retificação”.

Ele acredita que os números da violência no Amapá estão dentro da média de todas as Estados do mesmo porte e que sofrem pressão social por causa migração elevada, que gera determinados problemas de ordem social, repercutindo na segurança. ( Socorro Menezes)


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Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.