Comissão mista vai aprofundar
entendimentos entre
os empresários e o Governo.

Um evento histórico. Assim classificaram os empresários a reunião mantida com o secretário de Estado da Fazenda, Antônio Elias, ocorrida na última quinta-feira, 23, no auditório da Acia (Associação Comercial e Industrial do Amapá). Do encontro participaram cerca de 120 empresários e a iniciativa partiu da governadora Maria Dalva de Souza Figueiredo, que orientou o secretário a manter contato com a classe.

"Foi uma reunião muito proveitosa, sem ranço, sem hostilização e com bastante honestidade. Os empresários aproveitaram a ocasião para apresentar uma pauta de reivindicações ao Governo do Estado. Acredito que ao final das três horas em que estivemos reunidos, os resultados foram positivos tanto para o governo quanto para os empresários", festejava ontem o secretário.

A pauta de reivindicações continha 12 itens, e depois foi ampliada para 13. As mais importantes são a negociação da dívida com o fisco estadual, anistia de multas e juros, inclusão de mais produtos na cesta básica, renúncia fiscal, normas para funcionamento das feiras de varejo e a guerra fiscal com o Pará, que baixou a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para dificultar a entrada de produtos amapaenses no Estado.

O secretário Antônio Elias adiantou que todos os assuntos levantados pelos empresários já estavam sendo alvo de estudo pelo governo. Isso contribuiu para que houvesse um afinamento nos encaminhamentos das propostas surgidas durante o encontro. No final da reunião ficou acertado que será formada uma comissão com representantes da Acia e técnicos da Sefaz.

A comissão deverá ser nomeada pela governadora Dalva Figueiredo na próxima semana, e ficará responsável em aprofundar a discussão em torno das reivindicações dos empresários. No encontro ficou acertado que os itens da pauta que não forem atendidos agora serão contemplados posteriormente, e o governo deixará sempre aberto um canal de negociação com a classe.

"Essa parceria feita entre Governo do Estado e os empresários é de primordial importância para o crescimento do Estado. E esta é uma proposta bem clara do PT do Amapá defendida pela governadora Dalva Figueiredo", enfatizou Antônio Elias.

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.