Vinte horas de tortura e terror
durante seqüestro na estrada

Durante vinte horas um homem e uma mulher que viajavam por uma rodovia entre a localidade de São Pedro dos Bois e a capital do Estado, Macapá, sofreram as mais absurdas violências após terem sido assaltados e dominados por dois homens armados com revólver e metralhadora.

Os nomes das pessoas estão presevados para evitar constrangimentos e porque elas podem identificar os assaltantes.

O terror começou por volta das três horas da manhã, pouco depois de a senhora de aproximadamente quarenta anos e seu empregado com menos de trinta terem deixado a propriedade em São Pedro dos Bois, se dirigndo a Macapá em um automóvel Fiesta cor de vinho dirigido por ela. De repente o carro passou por cima de uma tábua cheia de pregos, teve um pneu furado e estancou alguns metros adiante, quando os dois homens armados apareceram e dominaram os ocupantes do veículo. Um dos homens olhou para a mulher e falou: não é ela, não". O outro mandou que a levasse assim mesmo e as duas pessoas foram amarradas e colocadas no banco trazeiro do carro. Um pouco adiante, depois da troca do pneu, os assaltantes pararam o carro e iniciaram uma violenta sessão de torrtura que teve espancamento, estupro, ameaças de morte e o que mais se possa imaginar. Muito tempo depois os dois assaltantes reforçaram as amarras e deixaram os dois dentro do carro, perto de um precipício, anunciando que iriam até a estrada pegar um outro carro para roubar gasolina e jogar o carro deles no abismo. Aproveitando a saída dos marginais os dois conseguiram se soltar e fugiram pelo mato, subindo e descendo pequenas colinas até encontrar outras pessoas.

Hoje. terça-feira, dando entrevista para uma emissora de rádio, a mulher que sofreu as violências contou detalhes das agressões, se emocionou e, chorando muito, pediu que os dois bandidos fossem encontrados e mortos.

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.