Imigração entra na pauta
da reunião transfronteiriça.

O secretário da divisão da Europa do Ministério das Relações Exteriores, Augusto Pestana, informou que o tema "Imigração – a questão da obtenção de visto para entrada na Guiana Francesa" foi incluído na agenda de discussão da III Reunião Franco-Brasileira de Cooperação Transfronteiriça. A presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Maria Garcia, que recebeu o comunicado, explicou que discutir a obtenção do visto de autorização para entrada na Guiana é extremamente importante para o Estado e a questão não havia sido incluída na primeira versão da agenda. A pedido do governador Capiberibe, Maria Garcia enviou ofício ao secretário geral do Itamaraty, Marcelo Jardin, pedindo a inclusão, e recebeu resposta com parecer favorável.

Segundo a diretora da ADAP, existe uma falha no item seis do acordo de cooperação Brasil-França, que trata da relação transfronteiriça. "O item deveria citar a liberação do visto de autorização para entrada na Guiana. A França e o Brasil liberaram, mas a Guiana não concordou", anunciou Garcia, acrescentando que "precisamos criar mecanismos para facilitar a obtenção do visto de autorização, ou ainda, se possível, a supressão total do visto em sua forma atual".

A presidente finaliza, dizendo que vê no impasse da liberação por parte da Guiana uma forma de tentar deter a imigração. "Os guianenses acham que a abertura total da fronteira nos transformaria em maioria da população economicamente ativa na Guiana, o que já aconteceu, pois dos 28 mil brasileiros que moram e trabalham lá, 18 mil são amapaenses".

A III Reunião Franco-Brasileira de Cooperação Transfronteiriça acontecerá de 28 a 30 de janeiro e tem como objetivo principal avaliar os avanços da cooperação Brasil-França e identificar seus problemas, visando uma melhor integração entre o Amapá e a Guiana Francesa. A reunião vai debater os temas: infra-estrutura, ciência e tecnologia, meio ambiente, educação, cultura, pesquisa, saúde pública, agricultura, segurança e imigração.

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Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.