Universidade homenageia quem
prestou serviços à instituição

O reitor da Universidade Federal do Amapá, Paulo Guerra, realizou na tarde de ontem mais uma programação em homenagem aos 12 anos de criação da instituição. No salão da biblioteca foram entregues Diplomas do Mérito Universitário a diversas entidades e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da Unifap.

Todos os homenageados presentes na solenidade se sentiram gratificados por terem seus trabalhos em prol da universidade reconhecidos por seus colegiados e dirigentes. Compareceu ao evento o ex-deputado Geovani Borges, autor da lei que criou a Universidade Federal do Amapá; o ex-governador Annibal Barcellos e o prefeito de Macapá, João Henrique.

O reitor Paulo Guerra foi parabenizado por ter conseguido reunir, na ocasião, políticos de vários partidos. "É uma instituição política, mas ela não pode ter uma feição única em termos partidários. Ela tem que buscar sua sustentação em todos os segmentos que possam num processo de cooperação fazer uma integração perfeita que busque o seu desenvolvimento".

Aqueles que se juntam para apoiar a universidade, de acordo com o reitor, estão contribuindo para que ela forme quadros de qualidade com formação superior para agirem em favor do desenvolvimento da própria sociedade. "Então é um motivo de festa, estamos quase acabando nossa missão na Unifap. Realizamos, inclusive, as eleições para reitor", alegra-se Paulo Guerra.

O senador Sebastião Rocha, um dos homenageados, disse que o reitor Paulo Guerra fez uma administração empreendedora e que para isso contou com o apoio da bancada do Amapá com a liberação de recursos. "Além de apoiar as emendas dos demais parlamentares, tive a oportunidade de ser autor de duas emendas: a construção do hospital universitário no campus de Macapá e a construção do campus avançado do município de Amapá".

O deputado Eduardo Seabra também recebeu Diploma do Mérito Uiversitário. Desde que chegou no Congresso Nacional em 1999, ele iniciou um trabalho em defesa da educação, mais especificamente da Unifap. "Conseguimos fazer com que o governo federal investisse na Universidade do Amapá, alocando R$ 5,103 milhões no orçamento de 2000, que foram liberados integralmente devido o nosso trabalho".

Ainda no ano de 2000, a universidade recebeu mais R$ 1,9 milhão por conta de emenda da Comissão de Educação da qual Eduardo Seabra faz parte. "No orçamento de 2001 conseguimos alocar, através de emenda de nossa autoria, R$ 1,3 milhão e lutamos para que o recurso fosse liberado. E por conta também de parte dos recursos alocados pela Comissão de Educação a universidade recebeu mais R$ 2,9 milhões".

O deputado Antônio Feijão, também homenageado, foi lembrado por ter intermediado junto a Amcel a doação de áreas medindo 100 mil e 25 mil metros quadrados para a construção dos campi de Porto Grande e Santana, respectivamente. Oitocentos mil reais já está inclusive à disposição da Fundap para a construção do campus de Santana. E para este ano está prevista uma emenda de bancada de autoria de Feijão no valor de R$ 3,560 milhões para a construção do Centro Tecnológico e Ambiental da Amazônia, no campus universitário de Santana.

"A bancada federal reconhece que a Unifap é uma instituição diferenciada que precisa de muito investimento. Estamos regionalizando-a para os municípios. O Centro Tecnológico e Ambiental trará para a universidade um laboratório de pesca, de agronomia, de engenharia ambiental e de geoprocessamento. Assim a universidade vai preparar profissionais para servir aos recursos naturais com a finalidade de melhorar a qualidade de vida da população", assegura Feijão.

A Fundap, através do presidente Cirilo Simões, também foi reconhecida pelos trabalhos desenvolvidos em prol da Unifap. Sua colaboração tem se destacado de maneira fundamental para o crescimento da instituição. Uma série de outras autoridades do Judiciário, Executivo e Legislativo foram homenageados, bem como instituições não-governamentais, entre elas a igreja Católica e os órgãos de comunicação. (Alcinéa Cavalcante)

 

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Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.