Feama apoia a execução
do orçamento participativo


A Federação das Associações de Moradores do Estado do Amapá (Feama), parceira do Governo do Estado na elaboração e fiscalização de diversos projetos, desde sua criação em novembro de 2000, apoia a execução do chamado orçamento participativo anunciado nos últimos dias pela governadora Dalva Figueiredo (PT). A declaração é de José de Nazaré Pereira, Coordenador Geral Administrativo da Feama. Os resultados positivos adquiridos através das parcerias, diz o líder comunitário foram fundamentais para atestar o desenvolvimento político-social, econômico e cultural de milhares de pessoas no Estado.

Atualmente, a Feama dispõe da filiação de 132 associações de moradores em todo o Estado: 38 em Macapá; 26 em Santana; duas em Laranjal do Jari e 26 no Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá. O coordenador ressaltou que a instituição tem se empenhado para melhorar o nível de consciência social e política dos cidadãos e cidadãs do Amapá. Um dos mecanismos adotados foi a realização de debates e seminários em parceria com o Centro de Formação e Desenvolvimento de Recursos Humanos (Cefhor). De lá para cá, a Feama reivindicou, acompanhou e fiscalizou a construção de centros comunitários, passarelas, praças esportivas e escolas públicas estaduais, entre outros. "A Federação tem o papel de fiscalizar a aplicação dos recursos e a conseqüente construção das obras. A responsabilidade de denunciar qualquer irregularidade praticada por Associações de Moradores com o uso do dinheiro público também é nossa", frisou José Pereira. O líder comunitário destacou as obras de construção das praças esportivas dos bairros Pantanal e Novo Horizonte II, reivindicadas pelas associações de moradores dos dois bairros. A Escola Estadual Antônio Messias, no Zerão, foi proposta pelos próprios moradores.

José Pereira disse que a Feama está pleiteando uma audiência com a governadora Dalva Figueiredo, com o objetivo de manifestar a ela o respeito que a instituição tem pelo poder Executivo; relatar as inúmeras parcerias que as associações estabeleceram com o Governo do Estado; com a intenção de discutir juntamente com outros segmentos o orçamento participativo, proposto pelo Governo do Estado. ( Edi Wilson da Silva)

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.