Governo inicia entendimentos
com os sindicatos do Amapá

O secretário de Estado do Governo, Edivan Barros recebeu na sexta-feira (26), no Palácio do Setentrião, mais de 40 representantes de categorias de trabalhadores urbanos e rurais, integrantes do movimento sindical do Estado. O encontro marcou o início de um processo da relação democratica entre Estado e Sociedade..

Da reunião ficou definido que os sindicatos irão ouvir suas categorias e bases, em seguida participar de dois workshop, onde serão sistemazidas suas reivindicações ao governo. Esse segundo encontro ainda não tem data definida, mas deverá ser na segunda quinzena de agosto.

Por outro lado, em nome da governadora Dalva Figueiredo, o secretário Edivan Barros, adiantou que as solicitações serão sistematizadas e garantiu, colocar o Estado a disposição das categorias. “De acordo com a demanda vamos ver aquilo que pode ser atendido ainda este ano e aquilo que vai ficar para a futura gestão do Estado”, completou.

Para Errolflynn Souza Paixão, assessor especial de governo, esse encontro é o primeiro passo para ser criar um mecanismo de relação democratica entre o governo e a sociedade. “O processo de negociação com as entidades começou agora e a intenção é estreitar essa relação, fortalecendo essas entidades”.

Na opinião de Ilaercio Costa, presidente do Sindicato dos Vigilantes no Amapá, a iniciativa vem realizar um antigo sonho da classe dos trabalhadores, que é ser ouvido pelo executivo, encontrando em conjunto caminhos para desenvolver o processo de negociação, resolvendo problemas tanto em linhas gerais como as especificas, tais como social e emergenciais. “É essa relação que queremos, participando e construindo uma relação governo e trabalhadores de uma forma harmônica”.


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Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.