Encontrados mais quatro
corpos de vítimas
do naufrágio no rio Jari.


Foram encontrados os quatro corpos que completam a lista de sete desaparecidos, depois que o barco-motor "Cidade do Óbidos" se chocou com uma balsa e afundou no rio Jari pouco antes ds seis horas da manhã de sábado. Os corpos de Karina Kouzi, Luan Richard Santos, Arquimedes Afonso e Alexandre Pires Leite Júnior foram resgatados por mergulhadores do Corpo de Bombeiros e de empresas particulares que se encontram trabalhando na área do desastre.

Karina e Luan eram primos, Arquimedes era segurança do prefeito Rosemiro Rocha, de Santana, e Alexandre Neto era um menino de aproximadamente seis anos, filho de Ana Cláudia Sousa, que também morreu no acidente. Os sobreviventes foram conduzidos para Macapá e Santana em ônibus colocados à disposição pelo governo estadual e prefeituras, mas existe uma expectativa de ainda existam desaparecidos, porque nào há como saber quantos passageiros se encontravam na embarcação na hora do acidente. Os números apontados durante os dias de ontem e de hoje oscilam entre 28 e 210 pessoas. Uma lista que teria sido apresentada pela empresa que despachou o barco à agência da Capitania dos Portos citava apenas 108 passageiros, número descartado por sobreviventes. Pelos depoimentos de pessoas que estavam à bordo o barco não estava lotado, mas a inexistência de uma relação de passageiros impossibilita dizer com segurança se o número de desaparecidos era de apenas sete, cujos corpos foram encontrados.

O barco estava fretado para uma viagem de responsabilidade do Partido Liberal e do PSDB, levando políticos, assessores e convidados para um evento em Laranjal do Jari, que tanto poderia ser o lançamento da pré-candidatura da deputada federal Fátima Pelaes, PSDB, para o governo, quanto para a inauguração de um centro de cultura, conforme foi anunciado.

Hoje à tarde, mesmo depois de ter sido encontrado o corpo do último da lista dos desaparecidos, o governador do Amapá, João Capiberibe, que estava no local do acidente, determinou que os efetivos de busca e resgate da Polícia Militar permanecessem no local até que ficasse confirmado não existir mais nenhum desaparecido.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.