Na abertura do Fórum Dalva
denuncia
“operadores da desestabilização”

A governadora Dalva Figueiredo denunciou, ontem, o “terrorismo” praticado contra os cidadãos brasileiros, por setores da sociedade que classificou como “operadores da desestabilização”, que tentam criar um clima de intranqüilidade no País. Na visão da governadora, alguns veículos de comunicação estão insistindo em realçar problemas existentes em estados brasileiros administrados pelo Partido dos Trabalhadores, especialmente o Rio de Janeiro. No caso, a questão da violência dos agentes do narcotráfico. Por outro lado, busca-se associar uma possível vitória eleitoral do PT à desestabilização da economia brasileira. “Precisamos estar atentos, pois estes operadores da desestabilização estão querendo impedir que a população opte por um novo modelo para o País”, declarou ela, durante a abertura do III Fórum Internacional de Educação em Segurança Publica.

O Fórum foi aberto ontem, às 15 horas, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, e prossegue até sexta-feira, com os trabalhos sendo desenvolvidos no Ceta Ecotel, na Fazendinha.

Além da governadora Dalva Figueiredo, estiveram presentes à abertura do Fórum, compondo a mesa que conduziu os trabalhos, o secretário de Estado da Justiça e Segurança, Sérgio Andréa, a diretora-presidente do Centro de Formação de Recursos Humanos do Amapá (Ceforh), Rita Andréa, os comandantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, tenente-coronel Figueiró e tenente-coronel Walcyr, a deputada estadual Janete Capiberibe, e Décio Magalhães, chefe da Defensoria Pública do Estado.

Durante o Fórum, serão analisadas diversas experiências de Educação em Segurança Pública desenvolvidas no País, seja por instituições públicas ou por organizações não-governamentais. Todas têm em comum a adoção de um novo conceito de formação do policial e de outros agentes de segurança pública, enfatizando o respeito aos direitos humanos e os direitos da cidadania.

O fórum terá seqüência amanhã, com trabalho de seis subgrupos, que irão analisar, por áreas temáticas, as experiências inscritas no evento. Na sexta-feira, dia 28, os trabalhos realizados nos subgrupos serão apresentados durante uma assembléia geral com todos os participantes. O objetivo é buscar uma unidade entre as diversas experiências, numa tentativa de sistematizar o esforço de aperfeiçoamento das instituições de segurança pública que está sendo feito no País.

Marcelo Roza



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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.