Sesa promove dia de
combate ao tabagismo

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa),, em parceria com o Ministério da Saúde (MS), Instituto Nacional do Câncer (INCA) e secretarias municipais de Saúde, comemora na quinta-feira (29), o Dia Nacional de Combate ao Tabagismo, cujo tema é: “A arte sem cigarro é um show”.

Durante doso o dia, várias atividades serão realizadas nas unidades de saude do município de Macapá, entre elas: palestras educativas, exposição de vídeos, panfletagemm, pedágio e apresentação de grupo teatral expondo, de forma lúdica, os malefícios do cigarro.

Às 16h acontece caminhada animada por um trio elétrico, com a participação de alunos das escolas públicas e comunidade.

Caminhada

A concentração da caminhada será às 15h30, na Praça da Bandeira, de onde sairá, descendo a rua Cândido Mendes, encerrando na Praça Zagury, com apresentação do Grupo de Dança da União dos Negros do Amapá (UMA). No transcurso será distribuído material educativo e brindes alusivos à data.

Futuro sombrio
O cigarro mata cerca de 3 milhões de pessoas em todo o mundo, e este número tende a ser crescente. Se esta tendêndia não for revertida, estima-se que no ano de 2020, 10 milhões de pessoas no mundo morrerão por este motivo, sendo que 70% das mortes ocorrerâo em países em desenvolvimento, tornando-se um problema mundial e nacional de saúde pública.

No Brasil morrem cerca de 100 mil pessoas/ano vítimas do tabaco. As estatísticas mostram que é a droga que mata mais. Estudos recentes esclarecem que um único cigarro contém mais de 4.720 substâncias tóxicas e, que no ambiente fechado onde existe fumante, o não-fumante pode sofrer as mesmas consequências de haver fumado três a quatro cigarros.

“Sensibilizar o público jovem dos malefícios do tabagismo é o nosso objetivo, principalmente por serem eles o principal alvo das indústrias do cigarro”, afirmou o coordenador de Tabagismo da Sesa, Floriano Pantoja.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.