Projeto da ponte que vai
ligar Brasil e França
será discutido amanhã

A construção da ponte sobre o rio Oiapoque, ligando Amapá e Guiana Francesa é um dos principais temas de discussão da III Reunião de Cooperação Transfronteiriça, iniciada ontem, 28. O evento é organizado pela Agência de Desenvolvimento do Amapá (ADAP) e reúne autoridades políticas e empresariais das duas fronteiras. Um encontro no anexo do prédio do Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos (Cefhor) estabeleceu os primeiros contatos.

A instalação da Comissão Brasil-França para a construção da ponte, agendada para quarta-feira, 30, marca o avanço rumo a execução do projeto. Augusto Pestana, chefe da Divisão da Europa I, do Ministério da Relações Exteriores, disse que os temas em debate são muito vastos e abrangem áreas de infra-estrutura, meio ambiente, educação e cultura, pesquisa, ciências e tecnologia, saúde pública, agricultura e segurança.

Passo importante

Ele ressaltou que a instalação da Comissão Bilateral Brasil-França contará com as presenças do embaixador Marcelo Jardim, Diretor Geral do Departamento da Europa I; de Osmar Chonfi, Secretário Geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil; Christian Paul, Secretário de Estado de Ultra-mar, e Antoine Karam, Presidente da Região da Guiana e demais autoridades brasileiras e francesas. Segundo ele, a comissão terá, entre outras funções, a responsabilidade inicial de elaboração definitiva do projeto, abertura de licitação internacional para posterior construção da obra.

Augusto Pestana prevê que em dois anos e meio a obra estará concluída. O técnico garante que existem recursos disponíveis para a execução do projeto dentro do Programa do Governo Federal denominado Avança Brasil, além de uma promessa do Governo Federal de equipar a Polícia Federal brasileira no Amapá a fim de reforçar a segurança na fronteira. "A nossa idéia é justamente a aproximação. Queremos uma fronteira de integração e não de separação; iremos transformá-las em fronteiras vivas, a exemplo de fronteiras do vizinho Mercosul".

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Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Jurupary
Ente do mal. Demônio dos olhos de fogo que vive na floresta
Piracema
Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.