Censo sanitário do IBGE é
vergonhoso para o Brasil

Os dados do Censo sanitário que o IBGE divulgou esta semana são impressionantes. Em pleno ano 2000, 75.6% dos esgotos residenciais brasileiros desembocavam diretamente nos rios e mares que cortam e cercam o País. Ainda em 2000, 67% das residenciais nacionais não dispunham de rede de esgotos e dos 11 bilhões de litros de esgoto que saem das casas brasileiras diariamente, três quartos vão diretamente para os cursos d'água. Ainda com base no Censo, 36% por cento das casas no Brasil não têm água tratada. Segundo os especialistas, essa constatação da falta de atenção por parte do poder público aos problemas sanitários nacionais, acaba se transformando um grande desperdício de dinheiro. "Muita gente prefere gastar em hospitais que no saneamento, que é muito mais barato e produz saúde evitando a doença", disse um desses especialistas com base nos investimentos feitos no Brasil. Na década de 70 os investimentos em saneamento chegavam a 0.38% do PIB. já no final da década de 90, início dos anos 2000 o país investia apenas 0.25% em saneamento básico.

Mas há uma explicação para essa omissão: os velhos políticos brasileiros sempre disseram que "esgoto não dá voto porque fica tudo enterrado". E na verdade sempre rendeu mais votos inaugurar cemitérios para sepultar neles as vítimas da falta de saneamento.

Se colocando contra essa visão oportunista, o Amapá celebra a complementação de um projeto que dobra a capacidade de produção de água potável na capital, e da instalação de sistemas de água tratada em todas as sedes municipais e em localidades do interior. Na área de construção de rede de esgoto, nos últimos seis anos o Estado do Amapá construiu mais esgoto sanitário que em todos os demais 58 anos de existência da unidade.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.