IEPA apresenta projeto de
Desenvolvimento
Sustentável das Várzeas

O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – IEPA, apresentou hoje,29,, no auditório da Fazendinha, para a governadora do Estado, professora Dalva Figueiredo e técnicos da instituição, a versão preliminar do projeto de Desenvolvimento Sustentável das Várzeas Estuarinas do Amapá.

O projeto começou a ser elaborado em 1999, quando o IEPA, através do Centro de Pesquisas Zoobotânicas e Geológicas, submeteu o projeto à Agência de Cooperação Internacional do Japão – JICA. Após dois meses no Estado, a JICA concluiu a versão preliminar, que será submetida à aprovação da sociedade.

O diretor-presidente do IEPA, Augusto Oliveira, ressaltou a importância da apresentação: "Estamos estabelecendo mais uma oportunidade de cooperação técnica, desta vez com uma instituição que pode nos trazer como fruto da parceria ganhos na área de pesquisa. Através desse intercâmbio, nossos técnicos terão a possibilidade de ir ao Japão para se qualificar, poderemos receber equipamentos para nossas pesquisas, além da cooperação técnica propriamente dita".

Dalva Figueiredo citou o IEPA como exemplo do quanto o Estado já investiu em formação: "O IEPA é um exemplo fantástico, que medimos pelo crescimento do nível de formação dos seus funcionários. O governo do Estado se empenhou muito nos últimos anos para ter uma equipe que possa, cada vez mais, produzir conhecimento e aperfeiçoar nossos trabalhos. Com isso, temos estabelecido diversas parcerias. Nós temos muitas coisas a fazer ainda, já fizemos muito, mas ainda temos que melhorar nossa estrutura, para que possamos produzir conhecimento e ajudar o desenvolvimento do nosso Estado."

A governadora declarou ainda que o IEPA é uma das prioridades do governo do Estado."Gostaria que o IEPA me apresentasse uma proposta para oferecer cursos de nível superior".

Limpeza

A professora Dalva esteve na representação do governo em Santana e visitou os bairros do Paraíso e Fonte Nova, onde está sendo realizada a Ação Integrada do Governo. "Estamos investindo cerca de R$ 2 milhões em Santana, para melhorar a qualidade de vida do povo. Com esse programa, estamos formando frentes de trabalho para limpar e conservar cada cidade de nosso Estado, gerando mais empregos".

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
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Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.