Waldez Góes participa de
congresso de trabalhadores rurais

Desde ontem, cerca de 400 trabalhadores rurais de todos os municípios do Estado encontram-se no Parque de Exposição Engenheiro Antônio Roberto Ferreira da Silva, em Fazendinha, participando do I Congresso dos Trabalhadores da Produção Familiar Rural do Amapá, que acontece até o próximo dia 1º de dezembro.

A abertura do Congresso aconteceu por volta das 20h e contou com a presença do governador eleito Waldez Góes. Ele se mostrou muito à vontade em meio aos trabalhadores rurais, pois durante longo tempo trabalhou entre eles. Falou da importância do evento não só para as categorias de trabalhadores, mas para os governos estadual e municipais que a partir das propostas a serem apresentadas ao final das discussões, poderão alinhar melhor as políticas públicas de acordo com os interesses e necessidades dos agricultores, extrativistas e pescadores.

Segundo Paulo Rocha presidente do Conselho Comunitário do Bailique e membro da organização do Congresso, durante os quatro dias do evento serão abordados temas como a questão fundiária, a produção, a fixação do homem ao campo, os movimentos rurais e a participação dos movimentos rurais nas políticas sociais.

Fundos
O governador eleito, em seu discurso, se comprometeu em fortalecer o Fundo de Desenvolvimento Agrícola do Amapá- FRAP e de regulamentar o Fundo do Desenvolvimento Municipal como forma de apoiar todos os municípios e conseqüentemente fortalecer o Estado. “Precisamos aumentar os valores e desenvolver políticas que se destinem a valorização dos trabalhadores do campo”, afirmou.

Waldez Góes foi o autor do projeto de lei que criou o FRAP e apoiou a criação do Fundo de Desenvolvimento Municipal entre 1991 e 1994, época em que ele foi deputado constituinte.
O governador eleito ressaltou a importância de reuniões como as que estão acontecendo no Parque de Exposições, não só para debater as inquietações e esperanças das comunidades rurais, mas para propiciar a mobilização necessária para as mudanças no setor.

Mesmo reconhecendo as dificuldades que irá enfrentar, principalmente no início do seu governo, Waldez se propôs a investir no setor em todos os sentidos, inclusive disponibilizando mais profissionais para dar apoio técnico aos produtores no campo. Segundo ele, algumas ações deverão ser realizadas emergencialmente e outras demandarão de mais tempo para a execução.

O I Congresso dos Trabalhadores da Produção Familiar Rural do Amapá é uma promoção do Grupo de Trabalho Amazônico, com o apoio do Instituto de Estudos Sócio Ambientais do Amapá, Conselho Nacional dos Seringueiros, Associação das Escolas Família Agrícola, Sindicado dos Trabalhadores Rurais, Organização das Cooperativas do Amapá, Unifap e Governo do Amapá, por meio de órgãos como Prodap, Seplan, Setraci e Ceforh.

Texto: Eliane Cantuária

 

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Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.