Governador eleito discute transição na segunda-feira

O governador eleito Waldez Góes (PDT) terá audiência com a governadora Dalva Figueiredo (PT) segunda-feira, dia 4, às 10 horas, no Palácio do Setentrião, para tratar do período de transição no governo estadual.
A expectativa do novo governador é que este período seja conduzido com tranqüilidade, para que sua equipe possa conhecer todos os dados da administração estadual. "Queremos chegar no dia 1º de janeiro de 2003 em condições de assumir o Governo e dar início imediato às nossas ações", declara.
Hoje, o governador eleito iniciou sua agenda no interior do Estado. Às 8 horas ele visitou Oiapoque. Na seqüência, Calçoene, Amapá, Pracuúba e Tartarugalzinho. Waldez Góes faz questão de comparecer a todos os municípios do Estado, para agradecer o voto de confiança dos amapaenses.

Reunião com a bancada federal
Na próxima semana, provavelmente segunda-feira à tarde, o governador eleito viaja a Brasília, onde terá reunião com a bancada federal do Amapá. Ele pretende discutir as emendas parlamentares apresentadas para o orçamento da União de 2003.

Dia de Finados
Amanhã de manhã, Dia de Finados, Waldez Góes vai ao Cemitério de São José, no Buritizal, visitar o túmulo de sua mãe, Isaura Pereira Góes da Silva, como faz todos os anos. A visita está prevista para 9 horas.

Nova visita ao prefeito
Ainda no sábado, Waldez Góes visita pela segunda vez, depois de eleito, o prefeito de Macapá, João Henrique Pimentel. A primeira visita ocorreu quarta-feira, dia 30, quando o governador agradeceu o apoio do PSB no segundo turno das eleições estaduais e cumprimentou os servidores municipais.
Na segunda visita, amanhã, Góes e Pimentel começam a conversar sobre as parcerias entre Governo do Estado e Prefeitura, previstas para 2003.

Respostas à população
No início da tarde de sábado, às 14 horas, Waldez Góes estará no estúdio da TV Amapá, gravando o programa "E Agora, Governador?", que vai ao ar no domingo, depois do Fantástico. No programa, Waldez vai responder perguntas formuladas pela população amapaense, sobre as ações de Governo que serão desenvolvidas nos próximos quatro anos.

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.