Waldez destaca atuação
do MPE no campo social.

O governador eleito do Amapá, Waldez Góes (PDT) fez na manhã de hoje uma visita protocolar ao Ministério Público Estadual (MPE), ocasião em que elogiou a atuação dos membros e servidores da instituição, especialmente pela implementação de programas sociais. Ainda aparentando o desgaste da campanha eleitoral, Waldez preferiu não comentar problemas como o orçamento estadual, mas adiantou que vai implementar uma política de boa convivência com os Poderes Constituídos do Amapá.

O vencedor das eleições do último domingo chegou cedo à Procuradoria Geral de Justiça, sede do MPE, sendo recepcionado pelo procurador-geral de Justiça, Jair Quintas, que o conduziu ao auditório, onde o Colégio de Procuradores de Justiça estava reunido, além de servidores e assessores do Ministério Público. Sua chegada foi aplaudida e Waldez Góes foi bastante cumprimentado.

Na saudação que fez ao futuro governador, Quintas parabenizou Góes pela eleição e disse esperar que o novo governo reconheça a necessidade do Ministério Público crescer, acompanhando o aumento populacional. “Temos a mesma estrutura de dez anos atrás, quando na instalação do Ministério Público Estadual. De lá pra cá as demandas só aumentaram e nós precisamos dar respostas a elas e aos novos desafios impostos ao Ministério Público”, disse Quintas.

O presidente da Associação do Ministério Público do Amapá (Ampap), o promotor de Justiça Éder Abreu, fez uma saudação especial ao governador eleito, assim como Telma Freitas, diretora da Associação dos Servidores do Ministério Público (Assemp). Ao final do encontro, o procurador-geral presenteou Waldez Góes com uma caneta, oportunidade em que formulou um pedido: “Que ela sirva para que o senhor proporcione desenvolvimento com justiça social, conforme preconiza seu programa de governo”.

O governador eleito disse apoiar a nova identidade que o Ministério Público ganhou, com a realização de trabalhos sociais e campanhas educativas, cujo resultado é sempre mais eficaz. “Quero estabelecer uma relação de diálogo permanente e conhecer a realizada de das instituições. O Amapá precisa de todos nós”, encerrou.

Orçamento – O procurador-geral de Justiça, Jair Quintas, esteve no final da manhã na Assembléia Legislativa, onde fora acompanhar a tramitação da lei Orçamentária de 2002. Esteve acompanhado pelo promotor de Justiça Pedro Leite (Meio Ambiente, Patrimônio Público e Cultural), que é chefe de Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça. Os dois foram recebidos pelos deputados estaduais Paulo José (PTB), Jorge Souza e Eury Farias (PSB).

Quintas defendeu a manutenção da proposta orçamentária elaborada pelo MPE, que contempla a instituição com R$ 34 milhões. “Precisamos acompanhar o crescimento do Judiciário, que em 2003deverá ganhar novas Varas Judiciais e, conseqüentemente, mais juízes”, argumentou. “Não haverá dificuldades para atendermos esse pleito do Ministério Público, que é muito justo”, sentenciou Paulo José, da Comissão de Constituição e Justiça da AL.

 

Macapá-AP, 30 de outubro de 2002.

Cleber Barbosa

Assessor de Imprensa

 

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Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.