Degradação dos alagados
provocada por búfalos
será discutida com pecuaristas


A Secretaria de Estado da Agricultura, pretende, ainda este ano, realizar duas reuniões com os pecuaristas amapaenses para tratar da questão da degradação das áreas alagadas que servem de pastagem para búfalos.

O maior problema vem ocorrendo nas áreas de várzea das regiões do Gurijuba, Araguari e de Amapá. São nessas localidades que estão concentradas a maioria das fazendas de criação de búfalos do Estado.

“A pecuária foi um segmento do setor primário que não recebeu a devida atenção do governo nos últimos anos. Hoje nós sabemos que o Amapá tem um rebanho considerável de búfalos. O pior é que esses búfalos estão sendo criados em campos alagados, que são áreas de pastagens nativas, sem nenhuma orientação, sem nenhum projeto de manejo. E o compromisso do Governo do PT e zelar pelo nosso ecossistema”, afirmou o secretário de Agricultura, Rubens Gemaque.

A preocupação é porque como o búfalo é criado solto e devido a seu peso, o animal acaba abrindo enormes valas nas áreas de várzea muitas das vezes provocando o desvio do curso natural de lagos e igarapés. Um estudo também será encomendado pela secretaria para que seja feito o levantamento do nível de degradação nessas áreas.

“Nós pretendemos abrir um grande debate com os pecuaristas para que possamos discutir a bubalinocultura no Estado. Que fique bem claro que não estamos querendo com isso impedir essa atividade econômica. Essa não é a intenção do governo, até porque esta é uma atividade econômica em potencial, só que está precisando ser mais bem explorada”, disse.

Para essa discussão, o secretário, além dos pecuaristas, irá convidar a Sema (Secretaria de Estado do Meio Ambiente), afim de que seja elaborado um plano de manejo para ser implantado nas áreas de criação de búfalos. As reuniões devem acontecer durante os debates técnicos que serão agendados na programação da XXXIX Expo-Feira Agropecuária, marcada para o período de 20 a 29 de setembro.

Joel Elias


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Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.