Cuidados para evitar a dengue
devem ser redobrados diz a OMS

Durante os primeiros três meses deste ano morreram 84 pessoas contaminadas pela dengue, em todo o Brasil, mas foram registrados 500 mil casos da doença, sendo que 200 mil deles foram do tipo hemorrágico. A informação é da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando ao mesmo tempo, que 2002 promete ser um ano ruim para o combate à dengue, e pede que governos e cidadãos se protejam contra os mosquitos responsáveis pela transmissão da doença.

Até agora a equipe de vacinas virais da OMS, ainda não conseguiu sucesso nas pesquisas para descobrir uma vacina contra a doença. Mas, é um projeto de longo prazo e não uma “varinha mágica” que pudesse substituir os esforços de prevenção, segundo afirmou o coordenador da equipe. Ele disse que a vacina deve combater os quatro tipos diferentes de dengue, porque muitas vezes a pessoa contaminada fica curada apenas de uma variante da doença, mas está sujeita a contrair um outro tipo da mesma doença.

Em Macapá a coordenação contra a dengue tem desenvolvido, principalmente, um trabalho de conscientização da população, no sentido de se prevenir contra o mal. Com isso, as pessoas têm compreendido que não devem deixar vasilhas com água acumulada, que podem ser propícias à proliferação do mosquito da dengue.

Isto quer dizer que a doença está praticamente controlada no Estado, podendo-se dizer que todos os cuidados devem ser tomados continuamente pela população para evitar o pior.

A dengue apresenta sintomas parecidos com aos da gripe, tais como febre, dor de cabeça e dor nas juntas. Se evoluir para uma dengue hemorrágica, provoca sangramento, inchaço no fígado, falência circulatória e a morte, em alguns casos.

O coordenador do departamento de doenças transmissíveis da OMS, previne que todo cuidado é pouco, pois este ano está se parecendo um pouco com 1998, quando tivemos uma epodemia da doença.

Leal Di Souza

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.