Livro fala sobre o poder da mídia

Qual o poder real dos meios de comunicação de massa? É verdade que a mídia é uma agulha que injeta seus conteúdos diretamente na mente de seus receptores, sem nenhum tipo de resistência? Essas questões, que sempre preocuparam os pesquisadores da comunicação, é tema do livro Agulha Hipodérmica, o poder e os efeitos dos meios de comunicação de massa. O livro, editado pela Faculdade Seama (em Macapá, Amapá) e sob a coordenação do professor mestre Ivan Carlo Andrade de Oliveira, reúne artigos de pesquisadores de Macapá, São Paulo e Minas Gerais.

Ivan Carlo Andrade de Oliveira é autor dos livros Manual de Redação Jornalística, Cultura Pop e Manual de Redação Jornalística. Atualmente coordena uma pesquisa sobre critérios de escolha de notícias em jornais de Macapá. Além de organizar a coletânea, ele escreve a introdução e um capítulo, relacionando a teoria hipodérmica da mídia com a cibernética. Para ele, o pressuposto básico da teoria hipodérmica, de que a todo estímulo enviado pela mídia corresponde uma resposta positiva, é falso, pois as diferenças de repertório e os possíveis ruídos podem fazer com que a resposta seja negativa. Um exemplo é o anúncio publicitário da Antactica no qual a personagem Feiticeira aparece vestida de diabinha, sob o texto “Do jeito que o diabo gosta”. O anúncio teve péssima aceitação em algumas regiões do Brasil em decorrência da diferença de repertório.

O professor doutor Flávio Calazans, da Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre o chamado “Pânico Pokémon”, em que um episódio do desenho animado provocou epilepsia em 729 pessoas. Para ele, o uso de tecnologias subliminares podem fazer com que mídia tenha o poder que lhe dava a teoria hipodérmica.

O professor mestre Cláudio Magalhães, da UFMG, argumenta que, apesar das críticas à teoria hipodérmica, esta sempre é usada, especialmente quando os autores da área de comunicação falam da televisão. Os comentários críticos com relação à TV partem sempre do princípio de que essa mídia tem poder absoluto sobre os receptores.

Chris Benjamim Natal, mestre em comunicação e coordenador dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da Faculdade Seama, faz uma relação das teorias da comunicação com a física e propõe a teoria fotônica. Segundo essa nova teoria, a mensagem não segue sempre a direção emissor – receptor, mas difunde-se em todas as direções, sendo refletida pelos objetos, com uma lâmpada sobre uma sala.

SERVIÇO

Agulha Hipodérmica – o poder e os efeitos dos meios de comunicação de massa

Organizador: Ivan Carlo Andrade de Oliveira

Artigos de: Flávio Calazans, Cláudio Magalhães e Chris Natal.

Editora: Faculdade Seama

Preço: R$ 7,00

Como adquirir: através do e-mail [email protected]

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.