Governo vai inaugurar
Ouvidoria na sexta

Ouvir o cidadão, com o objetivo de melhorar o atendimento ao público em todas as áreas governamentais: essa é uma idéia petista criada na prefeitura de Santo André (SP), pelo então prefeito Celso Daniel, em 1999. No Amapá, o serviço é lei desde 08 de abril deste ano, quando foi criada a Ouvidoria Geral do Estado, através da Lei nº 0064/02, objetivando a criação de um elo de ligação entre o governo e a população.

A Ouvidoria Geral do Estado está sendo implantada na rua Procópio Rola, nº 1130, no bairro Jesus de Nazaré, e será inaugurada pela governadora Dalva Figueiredo, na sexta-feira, 05, às 17h.

Essa instituição chega com o compromisso de ouvir as denúncias, reclamações, sugestões e/ou elogios sobre o atendimento dos mais diversos órgãos governamentais no âmbito estadual. Para isso, cada secretaria estadual indicará um funcionário para exercer a função de gestor de Relações Administrativas (GRA), que será a pessoa encarregada do trâmite legal, após a chegada da reclamação oriunda da Ouvidoria.

Segundo informações do órgão, após ouvir a denúncia, que poderá também ser mantida em sigilo, caso seja da vontade do denunciante, a Ouvidoria abre um processo que é enviado à secretaria envolvida, que terá o prazo máximo de cinco dias úteis para responder. Já o reclamante terá sua resposta em 15 dias.

A forma de atendimento do órgão será através de telefone, e-mail, carta, fax ou pessoalmente. O telefone-fax é 212 1202 e o e-mail é [email protected]

A ouvidora-geral será a socióloga Kátia Maria Tork Rodrigues, e cerca de 40 pessoas estarão envolvidas com esse trabalho que promete resolver com agilidade problemas que antes se arrastavam durante meses sem nenhuma solução. E vai também mostrar a cara dos funcionários públicos viciados no mau atendimento ao cidadão comum.

Socorro Menezes

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.