Ensaios para o Vº Femac
iniciam na segunda-feira

Agora é pra valer. Começa a contagem regressiva para o 5º Festival Amapaense da Canção (Femac), que será realizado em Macapá nos dias 29, 30 e 31 de agosto.

Os ensaios das canções classificadas (24 no total) estão programadas para ter início na segunda-feira 5, no Teatro das Bacabeiras, onde também se dará o Festival. Os ensaios vão até o dia 14.

A Fundação Estadual de Cultura do Amapá (Fundecap), responsável pela organização do evento, definiu os músicos que comporão a banda base e que, a partir de segunda-feira, se apresentam para a realização dos ensaios. São eles: Fabinho (guitarra), Nelson Dutra (baixo), Miquéias (violão), Dilena e Alexander (teclados), João Batera (bateria), Sinei (trompete), Marinaldo Martel (sax), Helder do Espírito Santo, Nena Silva e Valério (percussão), João Márcio (cello), Fábio (violino I) e Genivaldo (violino II).

A cada dia duas canções (uma pela manhã outra pela tarde) serão ensaiadas com a banda (veja mapa abaixo). O novo sistema de sonorização que o Governo do Estado adquiriu foi instalado no Teatro para esse fim. O sistema é de última geração. Isso quer dizer que a quinta edição do Femac será, em se tratando de qualidade, melhor que as edições anteriores.

Este ano o Festival Amapaense da Canção recebe compositores e intérpretes de outros Estados, como: Pará, Amazonas e São Paulo. Carlos Gomes e Ivânia Catarina, por exemplo, que virão da capital paulista, têm passagem por inúmeros festivais realizados no país, sendo vencedores de alguns. Por essa razão o 5º Femac tem tudo para se tornar um dos mais competitivos do Estado. Segundo o coordenador da comissão organizadora, Hélder Brandão, à frente do Teatro das Bacabeiras serão instalados dois telões aos que preferirem assistir às apresentações ao ar livre.

Com a reforma estrutural do prédio a população vai viver momentos de glória da cultural local durante a realização do festival da canção. A Fundecap espera um público recorde para este ano.

As 12 finalistas comporão o CD do festival que vai ser gravado ao vivo no dia 31 de agosto

DIAS
HORA
MÚSICA
AUTOR
INTÉRPRETE
05/08/02
08:00 às 12:00



14:00 às 18:00

Todas as Mulheres do Mundo nº 2


Verborragia

Aroldo Pedrosa / Cléverson Baía

Tommil / Paulo Perdigão

Augusto Hijo




Tommil

06/08/02
08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

(En) canto Mar

Lua

Nazaré Azevedo

Alan Max / Benedito Nunes

Lea Soares


Alan Max

07/08/02
08:00 às 12:00


14:00 às 18:00

Vida, Querida


Trovar, Trovar

Álvaro Andrade

Floriano Saraiva / Álvaro Andrade

Floriano


Adréia Pinheiro

08/08/02
08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

Anunciação


Frágil

Fabrício dos Anjos

Beto Oscar / Zé Miguel

Fabrício dos Anjos

Beto Oscar

09/08/02
08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

Mar Acima, Mar Abaixo


Mosaico

Beto Oscar / Célio Alicio

Felipe Cordeiro

Beto Oscar

Karina Ninni

12/08/02
08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

Ramalhete


Plenitude

Felipe Cordeiro


Alyna Célia

Karina Ninni



Mário Moraes

13/08/02 08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

Afluentes


O Vento Vai Levar

Roni Moraes / Jorge Palmerim

Renato Bassile

Lea Soares


Renato Bassile

14/08/02
08:00 às 12:00

14:00 às 18:00

Amor sem Rumo

John Crazy

Joel Elias / Márcia Corrêa

Amadeu Cavalcante

Elaine Araújo


Judas Sacaca

 

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.