Vitória de Lula será triunfo da
democracia, diz The Economist

Luiz Inácio Lula da Silva é capa desta semana na revista inglesa The Economist, uma das mais prestigiadas do mundo. Segundo a publicação, a vitória do candidato do PT nas eleições presidenciais seria "um triunfo para a democracia do Brasil". O mais provável vencedor, diz o texto, não é "mais um representante das elites privilegiadas no Brasil", mas sim um
ex-operário, que lidera o maior partido de esquerda na América Latina. The Economist ressalta que "uma vitória de Lula ajudaria muito a demolir a idéia de que a democracia latino-americana é apenas um jogo montado para o benefício dos privilegiados".

No entanto, pondera a revista, a tarefa de governar o Brasil nos próximos anos não será fácil para nenhum dos candidatos. "A votação acontece no momento em que o Brasil e a maior parte da América do Sul tremem na beira de outro desastre financeiro, induzido por suas dívidas, com o potencial de adicionar mais nervosismo para a debilitada economia mundial", observa a
reportagem.

A The Economist traça um breve perfil de Lula e do PT e conclui que, apesar de serem de esquerda, não seguem a cartilha tradicional pela qual rezam os partidos de origem marxista da América Latina. O PT, diz o texto, "não é um partido inspirado por Moscou, Pequim ou Havana. É uma aliança entre sindicalistas, ativistas comunitários norteados pela 'Teologia da Libertação' (católica) e intelectuais de esquerda".

( Informes).

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.