Passagem de ano vai ter festa
como nos anos anteriores

A governadora Dalva Figueiredo já autorizou que fosse dado início aos preparativos para a programação cultural comemorativa ao Reveillon 2003, que há três anos consecutivos o Governo realiza na Beira-Rio.

No ano passado, a festa foi marcada pelo encontro da música indígena com a música erudita.

A compositora e cantora Marlui Miranda, pesquisadora da cultura indígena do Brasil, esteve no Amapá coordenando os trabalhos. Músicos da Orquestra Sinfônica de São Paulo também vieram e, na virada do ano realizaram as primeiras experiências com a música dos índios Aparai, Waiãpi, Waiana e Karipuna.

Este ano, com a primeira etapa do entorno da Fortaleza de São José de Macapá inaugurada, o espaço agora apresenta toda uma infra-estrutura para receber um número maior de atrações, assim como de público. Por enquanto, técnicos da Fundação Estadual de Cultural do Amapá (Fundecap), em parceria com o Departamento Estadual de Turismo (Detur), se reúnem para discutir a programação. Os artistas do Amapá devem ser as principais atrações da festa.

Outro atrativo é o espetáculo de fogos de artifícios. Para este ano, segundo o diretor-presidente da Fundecap, Nélson Souza, haverá atenção maior. A partir de dezembro, a cidade já deve estar com suas alegorias para as festas de fim de ano.

Aroldo Pedrosa

 


Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.