Dados da Polícia Técnica
confirmam aumento
do índice de mortes violentas


Dados estatísticos da Polícia Técnica apontam um crescimento dos números das mortes violentas no Estado do Amapá no decorrer deste ano. De acordo com o Departamento de Medicina Legal da Politec, de janeiro a outubro de 2002, foram realizados 332 exames necroscópicos. Desse total, 127 pessoas foram assasinadas a tiros e facadas, e as outras 205 incluem 77 acidentes de transito, 15 afogamentos, 22 enforcamentos e cinquenta e oito mortes por motivos diversos mas não naturais.

Considerando só os exames necroscópicos como resultado dos 127 homicídios causados por tiros e facadas nos 10 meses de 2002, as estatísticas indicam uma relação de mortes violentas por grupo de habitantes, que é de 27,57 para cada 100 mil habitantes, tendo crescido cerca de tres pontos percentuais em relação ao ano anterior que fechou com 117 homicídios à maioria das vítimas sendo jovens.

O chefe de operações do Departamento de Inteligência da Polícia Militar, coronel Senna, o inchaço populacional é um dos principais motivos do aumento da violência no Estado do Amapá, porque gera problemas de ordem social e cita como exemplo, o descuido de alguns pais que ainda se mantém desatentos para os perigos existentes fora de casa "Nos estamos numa cidade que, de dez anos para cá aumentou consideravelmente a sua população e mudou os costumes dos moradores. É preciso que os pais sejam mais exigentes com os filhos. É é preciso ter coragen de dizer não" disse o coronel Senna.

A A Polìcia Técnica ainda está concluindo os dados estatísticos do mês de novembro que não foram incluidos no balanço divulgado pelo orgão. ( Valdo Salles )

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.