Serviço de Cozinha nos hospitais não pára
e alimentação de pacientes está garantida

Tudo voltou ao normal nas cozinhas dos hospitais, é o que garante o Secretário de Saúde Adjunto Carlos Rinaldo Martins. A solução para o problema do fornecimento de alimentação foi encontrada, ontem, na reunião entre a Secretaria de Saúde (SESA) e funcionários da Companhia de Produção de Alimentos do Amapá (COPA), realizada no Serviço de Nutrição Dietética do Hospital de Especialidades. “O Governo sentou-se à mesa com os trabalhadores e conseguiram encontrar uma alternativa para que o serviço não fosse interrompido”.

A Secretaria já efetuou o pagamento do mês de maio e até 15 de setembro estará repassando o pagamento do mês de junho. Incidentes como este não mais ocorrerão, garante Carlos Rinaldo. “ O funcionamento dos hospitais é prioridade para o governo”.

O secretário adjunto atribui a causa do atraso do pagamento à baixa arrecadação do Estado. Neste ano foram arrecadados apenas R$ 70 milhões, quando a estimativa era de uma arrecadação de R$ 120 milhões, o que gerou um sério problema ao orçamento da Secretaria.

O valor mensal do contrato com a COPA é de R$ 230 mil mensais. Cada refeição custa R$ 4,20. A companhia fornece refeição para pacientes e plantonistas do Hospital de Especialidades (120 leitos); Hospital da Mulher “Mãe Luzia” (108 leitos), Hospital da Criança e do Adolescente (64 leitos) e Serviço de Emergência Infantil –SEI (21 leitos). Os acompanhantes também recebem alimentação, com exceção do Hospital da Mulher. Durante o dia são servidas cinco refeições: café, um lanche pela manhã outro à tarde, almoço, jantar e a ceia (lanche da noite). O cardápio inclui peixe frango, carne vermelha, frutas, sucos e sanduíches. Com a regularização do pagamento dos fornecedores a empresa garante manter a variedade do cardápio.

O importante em toda essa situação, disse Carlos Rinaldo, “é que o governo reconhece o movimento dos trabalhadores, acha justa a reivindicação e consegue dialogar com eles. A tônica da administração do PT é justamente esta: o Governo é sensível, compreende a necessidade dos trabalhadores e procura resolver o problema junto com eles, pois está todo mundo na mesma situação.”

Graça Penafort

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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.