Governo celebra acordo com
os urbanitários da Caesa

A partir de 1º de julho deste ano, reajuste salarial de 9,55%, referente a inflação do período de 01/05/2001 a 30/04/2002, beneficiando os 424 servidores da Companhia de Água e Esgoto do Amapá. Esta é uma das 44 clausulas, do acordo coletivo de trabalho assinado na quinta-feira, 08, com a Caesa e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Urbanas do Estado do Amapá (STIU-AP). O evento teve lugar no auditório da Caesa, com a presença da governadora do Amapá Dalva Figueiredo.

O presidente da STIU-AP, Elinaldo Assis, atribui esse avanço à postura da nova diretoria da Caesa, que tem dado respostas imediatas às questões apresentadas pelo sindicato e garantiu para os próximos meses, encontra uma forma de repor o acúmulo da inflação de 1998 para cá, que ficou com pendências, de 15,21%.

Para a governadora Dalva Figueiredo, o acordo significa a retomada do diálogo com os trabalhadores, lembrando que o País passa por uma crise financeira que reflete no Estado. “Mas o importante é que há uma relação de confiança, entre Caesa e trabalhadores, que permitiu atender as reivindicações, de acordo com a questão financeira da empresa”.

Entre as reivindicações, o presidente da Caesa, José Adeilton Barbosa garante que a empresa continuará mantendo a todos os seus empregados concursados “licença prêmio remunerada” de três meses a cada período de cinco anos de efetivos serviços prestados a empresa, contados a partir da data de admissão; direito ao adicional por tempo de serviço, na razão de 1% para cada período de um ano de serviço, a partir do segundo ano, limitado a 35%; plano de cargos, benefícios, vantagens e salários (PCCS); renegociação do acordo coletivo, segurança do trabalho, licença sem vencimento, auxílio transporte, uniforme de trabalho, estímulo ao desenvolvimento pessoal dos empregados, auxílio excepcional, aleitamento materno, auxílio doênça, auxílio acidente de trabalho complementação, acompanhamento por motivo de saúde, prevenção a tratamento de dependência química, seguro de vida em grupo, auxílio alimentação, adicional de transferência, pagamento de ajuda de custo, garantia de emprego, horas extras e recursos para treinamento.

Carlos de Jesus


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Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.