II Bienal Internacional de Música foi apresentada à imprensa, agentes culturais e empresários

Autoridades, imprensa, músicos, compositores, demais agentes culturais, empresários e convidados participaram, quinta-feira, 08, da apresentação e lançamento da II Bienal Internacional de Música de Belém, que acontecerá no período de 12 a 23 de setembro. O coquetel de apresentação foi realizado no Hall do Palácio Antônio Lemos sob o convite e presença do Prefeito Edmilson Brito Rodrigues(PT) e do presidente da Fundação Cultural do Município de Belém, Márcio Meira(PT). Além de um vídeo sobre a Bienal, os presentes apreciaram a originalidade musical das crianças que integram o projeto Semente do Amanhã e um show com a cantora paraense Lucinha Bastos.

A Bienal Internacional de Música é uma ação pioneira e continuada, que visa firmar a cidade de Belém como capital cultural da Amazônia. Artistas de renome e novos talentos de estados da Amazônia, da cidade de Belém e de outros estados brasileiros estarão participando da Mostra de Música e do Festival de Música Brasileira.

Oficinas, palestras, cursos, filmes, poesias, concertos, vernissagens, grupos de dança e outras atividades se realizarão ao longo da Bienal e promoverão momentos de mobilização e participação pública, além de formação e intercâmbio dos músicos e dos artistas em geral.

A população terá acesso gratuito aos espaços culturais, onde estarão sendo realizados os diversos momentos da Bienal, a exemplo da Aldeia Cabana, Anfiteatro e Coreto da Praça da República, Arte Doce Hall, Praça Batista Campos, Praça Waldemar Henrique, Praça D. Alberto Ramos, Igreja do Carmo, Teatro do Sesc, Praça Ver-o-Rio, CAN, Outeiro, Icoaraci e Mosqueiro.
Essa política de democratização do acesso a cultura é um dos princípios básicos de governos democráticos e populares do Partido dos Trabalhadores. Tal política cultural vem sendo desenvolvida pelo município de Belém, Governos do Amapá, Acre e outros mais.

O tema "Amazônia de Todos os Povos", da II Bienal Internacional favorece o intercâmbio dos músicos dos estados da Amazônia. Na programação consta a presença de Sérgio Souto do Acre, Lenine, referência da música contemporânea brasileira do nordeste, shows nacionais de Sivuca, Hermeto Paschoal, Gilberto Gil, Chico César, os sambas de Beth Carvalho e D. Ivone Lara. Eles estarão cantando e tocando com grandes nomes da música amazônida. Do Pará, estarão participando Lucinha Bastos, Pinduca, Nazaré Pereira, Sebastião Tapajós, Gilson Peranzeta, Vital Lima, Nilson Chaves e Leila Pinheiro. "É um encontro de valores nacionais e internacionais", comentou Márcio Meira, presidente da Fumbel.

Grupos da Venezuela, da Colômbia, da Guiana Francesa, da Martinica, da Itália e da Palestina estarão apresentado diferentes formas de expressão da arte musical, entre eles, Cyrene Paparotti, da França, Corais e Missa Luba, da Itália, Magrus Quartet dos Estados Unidos, Virgílio Armas da Venezuela, grupo Stars, da Guiana Francesa e outros.

O Festival de Música Brasileira da II Bienal Internacional será realizado nos dias 12,13 e 14 de setembro, na Aldeia Cabana, e contará com talentos de vários estados, entre os quais, músicos do Amapá. Um CD será produzido com as 12 músicas finalistas do Festival. Em 2000, o grande vencedor do I Festival de Música Brasileira da I Bienal foi o paraense Tony Soares.

As inscrições ainda estão abertas. O regulamento está disponível no site www.prefeituradebelem.com.br/bienal2, ou pelo telefone (0XX91) 2120733. Contatos a rua Avertano Rocha, 425, CEP: 66.023-120.

Bombons da Sol
Bombons de chocolate com recheio de frutas regionais.
Deliciosos,
Pedidos pelos telefones 223 4335 e 9964 7433


Tia Neném
Lanches, sucos naturais e comidas regonais e nacionais.
Tacacá especial.
Tradição de 30 anos.
Cônego Domingos Maltez próximo da Eliezer Levy



 

Catinga de mulata
Catinga é cheiro ruim, mas "Catinga de mulata"é cheiro bom, tanto que virou nome de perfume nos idos dos anos cinquenta
Remanso
Ponto onde o rio se alarga, a terra forma uma reentrância e as águas ficam mais calmas
Bubuia

Aquelas minúsculas bolhas de espuma que se formam na corrente do rio. Viajar de bubuia é ser levado pelas águas. "De bubuia, título de canção popular.
Piracema

Época em que cardumes de peixes sobem os rios para a desova
Pedra do rio
Diz a lenda que que são as lágrimas de uma índia que chorava a perda do amado. É onde está a íagem de São José, na frente de Macapá.
Macapá
Vem de Macapaba, ou "estância das bacabas".
Bacaba
Fruto de uma palmeira, a bacabeira. O fruto produz um vinho grosso parecido com o o açai.
Curumim
Menino na linguagem dos índios, expressão adotada pelos brancos em alguns lugares.
Jurupary
O demônio da floresta tem os olhos de fogo, e quem o vê, de frente, não volta para contar a história.
Yara
É a mãe d'água. Habita os rios, encanta com a suavidade da voz, e leva pessoas para o castelo onde mora, no fundo do rio.
Pitiú
Cheiro forte de peixe, boto, cobra, jacaré e
outros animais.
Ilharga
Perto ou em volta de alguma coisa
Jacaré Açu
Jacaré grande.
Jacaré Tinga
Jacaré pequeno
Panema
Pessoa sem sorte, azarada. Rio em peixe.
Sumano
Simplificação da expressão"ei seu mano",que é usada por quem passa pelo meio do rio para saudar quem se encontra nas margens
Caruana
Espíritos do bem que habitam as águas e protegem as plantas os homens e os animais.
Inhaca
Cheiro forte de maresia, de axilas de homem, de peixe ou de mulher
Tucuju
Nação indígena que habitava a margem esquerda do rio Amazonas, no local onde hoje está localizada a cidade de Macapá.
Montaria
Identifica tanto o cavalo como a canoa pequena, de remo.
Porrudo
Grande, enorme, muito forte ou muito gordo
Boiúna.
Cobra grande, capaz de engolir uma canoa.(Lenda)
Massaranduba
Madeira de lei, pessoa grosseira, mal educada.
Acapu
Madeira preta, gente grossa mal educada.