Ministério Público requer suspensão do concurso da Prefeitura de Porto Grande

O Ministério Público ajuizou ação cautelar preparatória de ação civil pública, requerendo a suspensão imediata do concurso público realizado pela Prefeitura Municipal de Porto Grande, cuja execução está a cargo da Intelectus – Cooperativa de Serviços Técnicos, Assessoria, Consultoria e Treinamento Ltda.

Na ação cautelar, o Ministério Público sustenta que há graves indícios de vícios na aplicação das provas, ocorridas em 27 de maio de 2012, como a falta de identificação dos candidatos pelos fiscais da empresa organizadora, mediante apresentação de documento de identidade, bem como a falta de carteiras escolares para todos os candidatos, salientando que alguns foram acomodados em mesões de refeitórios e cadeiras plásticas, semelhantes aquelas encontradas em bares.

Além disso, houve a reaplicação das provas para o cargo de assistente social no dia 10 de junho de 2012, na cidade de Macapá, o que violou norma expressa do Edital do certame que determina a realização das provas na cidade de Porto Grande.

“As investigações em curso na Promotoria de Justiça, demonstram que houve graves falhas na aplicação das provas em alguns locais, sob a responsabilidade da empresa Intelectus, as quais configuram violação ao princípio da isonomia, pois não se assegurou a igualdade de condições aos candidatos, bem como a afronta a dispositivos do Edital que rege o concurso”, afirma o promotor de Justiça Vinicius Carvalho.

(Processo n° 0000778-59.2012.8.03.0011)


Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

5 comentários sobre “Ministério Público requer suspensão do concurso da Prefeitura de Porto Grande”

  1. lucineia mota diz:

    eu me senti prejudicada, pela desorganização, tive q fazer a prova em um salão, o qual os fiscais não tinham controle de entrada e saída das pessoas,

  2. Maria diz:

    E SABEM QUEM É UM DOS SÓCIOSDA EMPRESA INTELECTUS? ELE TRABALHA NO MP!!

  3. sodre diz:

    po todo mundo sabe q essa empresa beneficiou um certo deputado, e que responde na justiça por venda de diplomas. e pra caba hem

  4. Edigar diz:

    Plausível a decisão do MP pois ouveram muitas irregularidades neste concurso, o que põe em dúvida sua idoneidade.

  5. Rafael diz:

    muito justa a decisão do mp e dos canditatos que entraram com a ação.

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