Chuvas facilitam transporte de material do LPT para o interior do Amapá

As chuvas fortes deste período do ano no Amapá estão sendo decisivas para a retomada das obras do Programa Federal Luz para Todos (LPT), que objetiva levar energia elétrica as comunidades isoladas e das áreas rurais em todo o Brasil. Em várias localidades do interior do Estado só está sendo possível transportar os materiais das obras, inclusive os mais pesados, em razão das cheias dos rios e igarapés que sobem com as águas das chuvas.

O coordenador estadual do LPT no Amapá, Paulo Luiz da Silva, da Eletrobras Eletronorte, explicou que no verão amazônico, período sem chuvas no segundo semestre do ano, os rios secam muito e não é possível navegar. A partir de junho, julho não passa mais balsa, barco, e em muitos trechos nem canoa pequena. Em muitos locais não existem acessos para carros e em alguns casos é preciso percorrer distâncias com mais de 20 km, viagens que só podem ser feitas de barco e neste período de cheia dos rios.

O coordenador regional do LPT, Henrique Luduvice, Paulo Luiz da Silva e outros gestores do Programa Federal no Amapá, reuniram na primeira semana de abril, na sede do INCRA, em Macapá, com lideranças e representantes de assentamentos e localidades do interior do Estado, com a finalidade de atender as reivindicações das comunidades que cobram mais rapidez no transporte dos materiais e nos serviços de instalação das linhas rurais. As comunidades sonham com a energia elétrica permanente e de qualidade para desenvolver mais as regiões do interior amapaense atendidas pelo LPT.

A população rural cobra uma resposta concreta sobre quando as obras deverão ser retomadas. “Aproveitamos este encontro no INCRA para a definição de novos cronogramas com os empreiteiros, aproveitando a época das chuvas para transportar material e equipamentos. Em alguns blocos as obras já foram retomadas, a exemplo do bloco três, na região central do Estado, que contempla comunidades dos municípios de Pedra Branca do Amapari, Porto Grande, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho e Cutias do Araguari”, explicou o coordenador.

Oscar Filho – assessoria de comunicação

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